quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Ao vento...

E ando perdido por aí, sem saber para onde devo ir, quem sou, e o que faço aqui.
Vejo o tempo passando, meu rosto envelhecendo sem respostas, meus olhos escurecendo e o sorriso se tornando cada vez mais de cinema.
Acordo pelos dias sentindo ainda os ontens, como se a cada dia que morre parte de minha fica para trás. 
Sinto meu corpo sentir o peso dos anos, a dor se tornando rotineira, o tédio se tornando comum, a ausência se transformando em um modo de vida.
Vejo o branco a minha frente e o negro aos meus pés...
E uma enorme sombra toma toda  a paisagem q um dia esteve a minha frente.


Ando assim, no escuro, ao vento, esperando um dia ser levado para algum lugar.

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